Mais Lidas

Carro para trabalhar

Motoristas de veículos por aplicativos já representam público decisivo para as lojas

Martín Silva chegou no início de 2014 ao Vasco para jogar a Série B. Ao todo disputou cinco temporadas
Martín Silva chegou no início de 2014 ao Vasco para jogar a Série B. Ao todo disputou cinco temporadas -

Com o crescimento da demanda de serviços de transporte por aplicativo, o número de motoristas que utilizam o carro como fonte de renda também vem aumentando a procura por seminovos e usados. Segundo o IBGE, o número de trabalhadores autônomos no Brasil no ano passado era de mais de 34,3 milhões. O índice supera em 50% aos dados registrados em 2016.

Um balanço de uma das empresas do setor de transporte por app aponta um crescimento de 200% no segundo semestre deste ano, confirmando essa tendência de alta no serviço de carros por demanda. "O carro deixou de ser apenas um meio de transporte para os momentos de passeio da família. Agora, é fonte de renda. E isso tem movimentado o nosso pátio. Esse perfil de cliente representa 70% dos nossos negócios", prevê Leonardo Dias Gonçalves, dono da multimarcas Montana, na Intendente Magalhães.

Os mais procurados

De acordo com Roberto Lopes, da Robmar Automóveis, os modelos mais procurados pelos motoristas com esse perfil são sedãs e hatchs compactos com até três anos de fabricação. "Esses motoristas procuram sempre carros espaçosos e que agregam ar-condicionado. Entre os mais procurados, posso citar o Renault Logan, o Volkswagen Voyage e o Fiat Grand Siena", aponta.

O benefício para os motoristas de carros por aplicativo é parecido com o que é oferecido para taxistas. Em algumas lojas, o desconto para o profissional autônomo pode chegar a até R$ 2 mil em cima do valor do modelo escolhido.

Martín Silva chegou no início de 2014 ao Vasco para jogar a Série B. Ao todo disputou cinco temporadas Carlos Gregório Jr / Vasco.com.br
Segundo o IBGE, os autônomos no Brasil passaram de 34,3 milhões em 2017. Em meio a esse universo, estão os motoristas de aplicativo, potenciais compradores Luciano Belford